sábado, 7 de julho de 2012

Nietzsche e a tradição Filosófica

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Um comentário:

Emengue disse...

Nietzsche so' pode ser considerado um filosofo lato senso, nunca stricto senso.

E disse muita besteira, mas como fez a apologia do ego, e apelou ao orgulho humano, arranjou imensa legião de adoradores.

Nao foi verdadeiramente um filosofo, nao tem uma obra filosófica de verdade. Mais parece um megalômano lunático que parte de obviedades que nem eram novidade a seu tempo, nos meios cultos ("Deus esta' morto" ) e conduz incautos a conclusões nao necessárias em razão do pressuposto assumido.

O que e' de se louvar nele e' sua capacidade de atrair muitos por falar ao ponto fraco do ser humano: fazer a apologia do ego, da vaidade, do orgulho, como se pelo fato de nao se crer em um Deus se pudesse negar a própria trajetória do ser humano, que so' se elevou acima da animalidade irracional quando se dispôs a limitar seu ego em prol de um sentimento de solidariedade, de grupo, em prol do semelhante, ou seja, do bem comum dos seus iguais, e nao apenas de si mesmo.

O super-homem que anuncia esta' mais para um sub-homem que super qualquer coisa. E a fala de Nietzsche mais se assemelha ao delirio de um traveco megalomaníaco imaginando sua gloria em um domingo de carnaval, sob plumas, paetês, muita purpurina e aplausos mil por sua andrógina performance.

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