quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

8a Jornada de Filosofia das Ciências Físicas

Terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Auditório Novo I - Instituto de Física, USP

14:00 h  CARLOS SENISE (Prof. no DCET, Unifesp, Diadema): 
“Concepções de espaço-tempo: de Aristóteles a Einstein”

15:00 h ANDRÉ NORONHA (Prof. do IFSP; doutorando no PIEC, USP): 
“Algumas considerações sobre o problema da geodésica na relatividade geral”
15:40 h THIAGO HARTZ (Pesquisador colaborador, MAST/MCTIC, RJ):
“A interpretação de muitos mundos da teoria quântica: uma história de como ela começou a ser aceita pela comunidade de físicos, 1957-1970”

Apoio:  Depto. de Filosofia, FFLCH - USP
Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências - USP

sábado, 19 de novembro de 2016

Nota da UFMG contra ação violenta da PM

Nota de repúdio da reitoria da UFMG contra a ação violenta da PM no Campus da Pampulha nesta sexta-feira (18 de novembro de 2016):


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Manifesto do corpo discente do programa de pós-graduação em Filosofia da UFMG sobre a medida provisória que reforma o ensino médio

Os discentes do programa de pós-graduação em filosofia da UFMG manifestam sua insatisfação e oposição ao projeto de reforma do Ensino Médio apresentado pelo presidente Michel Temer através de Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União no dia 23 de setembro de 2016. Consideramos tratar um tema de tal complexidade por via de Medida Provisória algo inadequado, além de um ato unilateral e antidemocrático, pois tolhe a possibilidade de uma ampla discussão da matéria. Uma mudança de tal envergadura só poderia ser feita através do diálogo com as partes interessadas, notadamente alunos, professores, pais, funcionários e educadores em geral. Repudiamos a tentativa de se retirar as disciplinas de filosofia, sociologia, educação física e artes do currículo obrigatório do ensino médio. No caso particular da filosofia, sua presença foi assegurada após anos de mobilização – corrigindo decisão arbitrária do regime militar, que a tinha retirado do currículo – quando foi reconhecida sua importância lapidar na formação de indivíduos autônomos, dotados de capacidade crítica e de livre pensamento, valores pelos quais uma democracia deve zelar. Consideramos não ser garantia suficiente da presença da filosofia no currículo sua existência na Base Nacional Comum Curricular, pois tal documento ainda está em análise e pode variar ocasionalmente. Demonstramos profunda preocupação com o parágrafo IV, inserido no artigo 61 da lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 pela presente Medida Provisória, que abre caminho à contratação de professores por “notório saber”. Consideramos que tal nomenclatura, “notório saber”, justamente por sua vagueza, abre caminho à ainda maior precarização da carreira docente e coloca em risco a qualidade do ensino ministrado, ao permitir a contratação de profissionais sem a formação adequada. Entendemos que qualquer mudança no Ensino Médio, ou em qualquer outro nível do ensino nacional, só deve ocorrer após exaustiva discussão com a sociedade por intermédio dos canais instituídos para este propósito, sobretudo o Plano Nacional de Educação. Assim, reivindicamos a retirada de tal Medida Provisória pelo governo e a abertura imediata do diálogo sobre a reforma pelos canais democráticos e institucionais apropriados. Por fim, também manifestamos oposição à PEC 241 que visa congelar os investimentos sociais pelos próximos 20 anos e que trará consequências negativas à educação brasileira.


Belo Horizonte, 28 de setembro de 2016.
Corpo Discente do Programa de Pós-graduação em Filosofia da UFMG

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

*Recorde de atos #ForaTemer!*


_Mais de 50 protestos programados de 29/09 a 01/10_

O anúncio da *Reforma do Ensino Médio* e da *Reforma Trabalhista* mexeu com a insatisfação dos brasileiros. A página _Eventos Fora Temer_ mapeou 52 paralisações, protestos e debates por todo o país.

Até o domingo, dia de eleição, acontecem manifestações todos os dias. Não esqueça: Vá com seu adesivo #ForaTemer e *não vote em candidato golpista ou apoiado por golpista!*

Confira a Lista de atos:

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O Colégio Pedro II abre concurso para professor efetivo. Filosofia está entre as vagas oferecidas. Acesse o edital aqui:


terça-feira, 7 de junho de 2016

O Dilema do Extermínio I: Problema (Revista Refutações)

"Se aceitarmos a intuição acima, teremos de enfrentar um curioso dilema, o qual chamo de dilema do extermínio: ou (a) animais não humanos dotados de algum nível... de consciência possuem direitos, portanto devemos exterminar seus predadores; ou (b) animais não humanos dotados de algum nível de consciência não possuem direitos, portanto é pelo menos permissível exterminá-los. Em todo caso, o extermínio de animais predadores não humanos dotados de consciência é permissível."
 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Brasil, há o que Temer?





Brasil, há o que Temer?

You take a mortal man,
And put him in control.
Watch him become a god,
Watch people’s heads a’roll.
- Megadeth, Symphony of Destruction

Meus heróis morreram de overdose,
Meus inimigos estão no poder!
- Cazuza, Ideologia

Sexta-feira 13! As bruxas estão soltas no Brasil, principalmente no Congresso Nacional, depois que o “mordomo de filme de terror”[1] assumiu a presidência da República interinamente. Como se era de esperar, a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no senado foi um verdadeiro “massacre da serra elétrica”. Claro que todo golpe tem um preço, e o 'Jason' não vai deixar de vir cobrar do “presidente” Michel Temer e de todos os brasileiros. O Supremo Tribunal Federal junto com o Congresso Nacional montaram uma farsa jurídica para retirar através de um golpe branco a presidente Dilma. Golpe branco é quando se retira um presidente legitimamente eleito através de manobras legais, mas sem o devido respaldo. Isso significa que a nossa democracia é falha, pois permite brechas legais para se depor um presidente da República. Em artigo passado, avisava que estávamos diante de um golpe patológico. O patógeno agora se torna cada vez mais claro: é o fascismo. O fascismo está entre nós!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Um Golpe Patológico


Um Golpe Patológico[1]

Ê, ôô, vida de gado.
Povo Marcado ê, Povo feliz!
- Zé Ramalho, Admirável Gado Novo

Eu vejo o futuro repetir o passado,
Eu vejo um museu de grandes novidades,
O tempo não para.
- Cazuza, O tempo não para.

Domingo, 17 de abril de 2016. A câmara dos deputados vota com sucesso pelo impeachment de Dilma Rousseff. O que antes parecia distante de acontecer, agora se torna cada vez mais próximo e provável. O golpe venceu, o Brasil perdeu. A decisão final fica por conta do senado. É com grande pesar que vemos um cenário futuro sem melhora alguma e, possivelmente, catastrófico para o país. Regressamos 52 anos na história de nosso país. Voltamos para 1964, ano do golpe militar! Mas agora não precisamos mais de militares para aplicarmos um golpe em um governante legitimamente eleito; evoluímos. Agora podemos destituir a democracia sem precisar de um único tiro. Eis o progresso...
Para quem assistiu a sessão em uma das grandes emissoras do país, como Globo ou Record, pôde perceber que apenas um lado aparecia na televisão: o lado dos patos patéticos. Todos vestidos de verde e amarelo segurando um pato ridículo “criado”[2] pela Fiesp. No entanto, esse não era o único lado existente, o Congresso (e o Brasil) estava dividido por um muro: de um lado os pró-impeachment, do outro os contra o impeachment. Estes, porém, não foram vistos na televisão. Durante toda a cobertura da votação, apenas o lado dos favoráveis ao impeachment era mostrado, como se todos unanimemente no país estivessem de acordo com isso. O que não é verdade!
O objetivo de nosso artigo é responder três questões:

(i) Por que o impeachment de Dilma Rousseff é um golpe?
(ii) Por que quem concorda com o impeachment ou é ingênuo ou é mau-caráter?
(iii) Por que o impeachment não resolve o problema do país?

Dito isso, sigamos com a análise dos fatos.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Chamada de Artigos


O periódico Investigação Filosófica (ISSN 2179-6742) faz a sua chamada para a publicação de textos no seu vol. 7, n. 1, a ser publicado no final do primeiro semestre de 2016, e convida a todos os pesquisadores em Filosofia a submeterem os seus textos. Aceitamos submissões de artigos, resenhas, comunicações, traduções autorizadas e entrevistas. Não discriminamos entre graduandos e pós-graduandos; todos os textos são avaliados anonimamente por membros do corpo editorial, por membros do conselho consultivo ou por algum parecerista externo escolhido por tais membros. Atentamos para a parceria estabelecida com o PPGLM/UFRJ, que em muito vem contribuir com o periódico. Pedimos atenção às normas para a publicação de artigos.
http://periodicoinvestigacaofilosofica.blogspot.com.br/

e-mail: ifilosofica@gmail.com








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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Platão e Nietzsche


Platon-Nietzsche. L'autre manière de philosopher


« Lire les Dialogues de Platon avec en tête les questions soulevées par Nietzsche m’a fait saisir en eux une force et une étrangeté usées par des myriades d’interprétations. Vérifier combien Nietzsche platonise” m’a permis de percevoir une pensée qui, par-delà Oui et Non, accumule hypothèses et points d’interrogation. Ce livre tente d’expliciter une évidence jusque-là souterraine : la parenté existant entre leurs manières de philosopher. Qui réduit leurs philosophies à un ensemble de doctrines peut seulement voir ce qui les oppose : pensée du devenir contre métaphysique de l’être, interprétation contre recherche dialectique de la vérité, corps pensant contre corps tombeau, la liste n’est pas close. Pour mettre en question ces oppositions, il fallait rappeler que penser est pour eux une aventure, une pluralité d’expériences joyeuses ou pénibles ouvrant sur des chemins à explorer. La méthode du contrepoint rigoureux, superposition de deux lignes mélodiques qui n’exclut pas les dissonances, était donc la plus indiquée. La mise en regard de leurs textes fait certes apparaître des renversements, mais surtout des échos ou des chiasmes.
Le Socrate musicien” qu’était Platon et le Dionysos philosophos” dont Nietzsche se disait le disciple sont les figures croisées d’un philosophe que l’un invente et l’autre réinvente – d’un philosophe qui, ni métaphysicien ni anti-métaphysicien, est capable d’interroger impitoyablement comme de chanter au-dessus de la vie. Cette autre manière de philosopher est, peut être, ce dont la philosophie a aujourd’hui besoin. »

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Sócrates e Esopo




Socrates and Aesop.
Zafiropoulos, Christos A.
A Comparative Study of the Introduction of Plato's Phaedo .
2015. 290 S. 58,00 Euro. 15,5 x 23 cm. Hardcover. 978-3-89665-657-5.



This book is a study of Plato's portraiture of Socrates and of his βίος φιλοσοφικός and of the cultural semantics that underlie it. It focuses on the account of Socrates' final day in the Phaedo, an account that constitutes both an aretalogy and a martyrology, especially on the introductory part of this particular dialogue (57a-61c), with particular emphasis on the repeated references to Aesop and on Socrates' reported versification of fables. The intended parallelism between Socrates and Aesop in the Phaedo (amplified by Apollo's decisive presence and intervention as this is suggested in the accounts of their lives and especially of their deaths), both of them charter figures for philosophical and fable discourse respectively, alongside the accentuation throughout the dialogue of Socrates' exceptional attitude in the face of death, served Plato's strategy to inscribe his model philosophos in the traditions of the unjustly murdered and posthumously exonerated and vindicatedpharmakos and of heroized eminent men. It is hoped that this view of Plato's heroic portrait of Socrates as the result of a fusion of well-established, preceding cultural notions and traditions shall provide another interpretative viewpoint of Plato's work, with respect both to its literary aspect (our reading of the dialogues) and to its institutional aspect (the sociopolitics involved in the establishment of the Academy).

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Fragmentos de um Frankenstein Amoroso




Fragmentos de um Frankenstein Amoroso

Em seu Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes nos oferece o perfil de um eu que não é psicológico, mas estrutural: “oferece à leitura um lugar de palavra, o lugar de alguém que fala em si mesmo, amorosamente, em face do outro (o objeto amado), que não fala”[i]. Dessa maneira, fragmentado, o sujeito amoroso se apresenta em face do múltiplo das possibilidades amorosas, que nos aparece como figuras do discurso. Essas figuras representam o amante em ação. Várias figuras compõe o discurso amoroso e nem todas se apresentam em uma relação amorosa, mas todas participam da relação amorosa, de modo que o ‘eu’ do amante pode nos aparecer de diversas maneiras na ação amorosa. Como exemplos dessas figuras temos abraço, adorável, angústia, carinho, carta, cena, chorar, coração, declaração, drama, encontro, escrever, espera, eu-te-amo, exílio, imagem, insuportável, magia, plenitude, por quê, saudoso, sedução, sozinho, união, verdade, entre tantas outras figuras possíveis dentro de um discurso amoroso. Essas figuras são modos de se exprimir do ‘eu’, e o seu modo de se exprimir não é claro, não tem ordem, apresenta-se sempre ao acaso e fragmentado.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Edição Especial EIFIL

Investigação Editorial

Publicamos nessa edição especial da revista Investigação Filosófica os artigos apresentados no I Encontro Investigação Filosófica – EIFIL realizado entre 21 e 25 de setembro de 2015 no PPGLM/UFRJ. O primeiro artigo trata do período da Guerra do Peloponeso retratada por Tucídides e suas implicações para a filosofia política da época. O segundo artigo faz uma abordagem da concepção heideggeriana do Homem. O terceiro investiga as consequências geradas pela atribuição de um caráter temporal à categoria ontológica dos estados de coisas, que se relacionam com seu grau de realidade, bem como com o tipo de propriedade temporal que instanciam quando são divididos em passados, presentes e futuros. O quarto tem como objetivo apresentar os principais elementos da crítica de Hume à crença com base no estudo da associação de ideias até a ideia de conexão necessária. O quinto apresenta a chamada ética original propugnada pelo filósofo Michel Henry. O sexto tem por objetivo confrontar a posição própria de Vlastos com um desses pressupostos em que a interpretação de Santas está necessariamente calcada na República de Platão. O sétimo trata da estética no pensamento de Heidegger. O oitavo faz apontamento sobre o problema da desigualdade em Rousseau. O nono tem por objetivo apresentar um uso particular do axioma da escolha na filosofia matemática, a saber, na definição da multiplicação com infinitos fatores. O décimo faz uma relação entre As viagens de Gulliver e a Monadologia de Leibniz. No décimo primeiro artigo é defendido que Kant possui duas concepções de juízo que podem ser conciliadas. O décimo segundo problematiza as formas de poder no mundo contemporâneo, mediante a tecnologia, configurando o que tem-se designado como sociedade de controle tendo como ponto de partida o conto de Ítalo Calvino intitulado A memória do mundo. O último artigo tem por objetivo expor o problema do filósofo-governante na República de Platão.
Agradecemos a todos que contribuíram para a realização do encontro.

http://periodicoinvestigacaofilosofica.blogspot.com.br/




Rodrigo Cid

Luiz Maurício Menezes

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Seminário PPGLM






Convocatória

IX Seminário dos alunos do Programa de Pós-graduação Lógica e Metafísica da UFRJ
Os alunos do PPGLM/UFRJ convidam os estudantes de pós-graduação a participar de seu oitavo seminário. Os interessados deverão enviar resumo até o dia 13 de novembro e, caso desejem, texto integral relativo à apresentação até o dia 08 de novembro para o seguinte e-mail:seminarioppglm@yahoo.com.br. O texto deve ter até 15 páginas (preferencialmente) e obedecer à seguinte formatação: fonte Times New Roman, corpo 12, espaço entre linhas 1,5 e margens 2,5 cm; o respectivo resumo deve conter até 300 palavras.

Após o evento haverá publicação na revista do Seminário dos Alunos do PPGLM/UFRJ para aqueles que assim quiserem.

O evento será realizado do dia 30 de novembro até o dia 04 de dezembro de 2015.

sábado, 3 de outubro de 2015

Infinitismo vs. cartesianismo

Alguns epistemólogos contemporâneos pensam que, para cada crença ou juízo que temos acerca de uma questão contingente (por exemplo, Susan Haack leciona em Miami, Minha xícara está cheia de café, etc.), pode-se sempre pedir razões para pensar que o conteúdo daquela crença é verdadeiro. Além disso, haveria uma cadeia infinita de razões disponíveis para cada crença racionalmente mantida sobre matérias contingentes. Não haveriam crenças 'básicas', como quer o fundacionista. Isto é, não haveriam justificadores últimos que não exigem justificação ou pelos menos disposição para justificação. Tais epistemólogos são chamados 'infinitistas'. Há pelo menos três defensores do infinitismo no cenário contemporâneo: Peter Klein, que concebeu a teoria em primeiro lugar, Jeremy Fantl e Scott F. Aikin.

A idéia infinitista pode soar bastante plausível em alguns casos. Tome como exemplo o meu juízo de que Susan Haack leciona em Miami. Parece que eu não posso crer racionalmente na verdade de tal proposição sem ter alguma razão para pensar que isso é o caso. De fato, eu tenho uma razão para pensar que isso é o caso: está escrito no último livro publicado por Susan Haack que ela leciona em Miami. É claro, alguém irá apontar: 'Hey, isso não é razão suficiente para você estar justificado a crer que Susan Haack leciona em Miami -- você precisa além disso crer que o fato de que isso está escrito no livro dela dá suporte suficiente para a afirmação de que ela leciona em Miami!'. E assim é: de fato eu preciso ou crer que há tal conexão confiável entre as duas coisas, ou pelo menos ter uma disposição para crer que há tal conexão confiável. Sem tal conteúdo sequer podemos dizer que tenho boa evidência para crer que Susan Haack leciona em Miami.


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

SEGUNDO PRÊMIO NEWTON DA COSTA DE LÓGICA (2016)


Prêmio Newton da Costa de Lógica 1) Todo ano é atribuido um prêmio 2) São considerados trabalhos ainda não publicados, de um único autor, de 10 a 30 páginas, escritos em inglês. 3) O comitê julgador é formado por 5 pesquisadores representativos de todas as áreas da lógica. 4) O prêmio, além de honorífico, providencia a participação (viagem + hospedagem + taxa de inscrição) a um evento internacional e a publicação do artigo na revista Logica Universalis, Birkhäuser / Springer, Basel 5) Não ha restricões de idade, sexo, raça, nacionalidade, o(a) candidato(a) só precisa estar filiado(a) a uma universidade brasileira e membro da socidedade brasileira de lógica. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Chamada de Artigos


O periódico Investigação Filosófica (ISSN 2179-6742) faz a sua chamada para a publicação de textos no seu vol. 6, n. 2, a ser publicado no final do segundo semestre de 2015, e convida a todos os pesquisadores em Filosofia a submeterem os seus textos. Aceitamos submissões de artigos, resenhas, comunicações, traduções autorizadas e entrevistas. Não discriminamos entre graduandos e pós-graduandos; todos os textos são avaliados anonimamente por membros do corpo editorial, por membros do conselho consultivo ou por algum parecerista externo escolhido por tais membros. Atentamos para a parceria recém estabelecida com o PPGLM/UFRJ, que em muito vem contribuir com o periódico. Pedimos atenção às normas para a publicação de artigos.
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