segunda-feira, 9 de abril de 2012

Filosofia da Ciência


Resenhista: Luiz Helvécio 

Os cientistas nos surpreendem freqüentemente: energia escura, bactérias que deram origem a complexos celulares, universo eterno, quarks e leptons, ar deflogisticado, éter, grávitons, e assim por diante. Muitas dessas coisas existem; algumas nunca existiram, e outras talvez nunca saibamos. É assim que funciona a ciência — no intuito de nos explicar como funciona o universo, os cientistas têm de postular (para não dizer inventar) certas entidades e certos mecanismos de funcionamento, e têm de usar raciocínios extremamente complexos. Além da boa vontade dos cientistas e do sucesso de muitas de suas teorias, quais são as razões que temos para crer que a ciência nos fornece uma imagem cada vez mais acurada e próxima da realidade? Que boas razões temos para acreditar que grande parte das entidades postuladas pela ciência existem? Estas são questões de interesse dos filósofos da ciência e estão no cerne dos artigos compilados por Papineau em The Philosophy of Science.


Citação: Marques Segundo, L. H. (2011). "Resenha de: Papineau, David (org). The Philosophy of Science. Oxford: Oxford University Press, 1996." Crítica. Artigo eletrônico acessado em xx/xx/xxxx e encontrado em http://criticanarede.com/philscience.html.

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