This is a review of Peter Hylton's Quine (Routledge, 2007). The review highlights three aspects of the book that make are somewhat novel in the literature: (1) Hylton points out that Quine does not reject the analytic-synthetic distinction altogether, but merely its epistemological use by Carnap and others; (2) that the thesis of indeterminacy of translation is not a central doctrine in Quine's philosophy; and (3) that besides a naturalized epistemology, Quine's philosophy contains also a "naturalized metaphysics".
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
“Plausible insofar as it is intelligible”: Quine on underdetermination
Quine’s thesis of underdetermination is significantly weaker than it has been taken to be in the recent literature, for the following reasons: (i) it does not hold for all theories, but only for some global theories, (ii) it does not require the existence of empirically equivalent yet logically incompatible theories, (iii) it does not rule out the possibility that all perceived rivalry between empirically equivalent theories might be merely apparent and eliminable through translation, (iv) it is not a fundamental thesis within Quine’s philosophy, and (v) it does not carry with it the anti-realistic consequences often associated with the thesis in recent debates. The paper analyzes Quine’s views on the matter and the changes they underwent over the years. A conjecture is put forth about why Quine’s thesis has been so widely misrepresented: Quine’s writings up to 1975 tackled primarily the formulation and justification of the thesis, but afterwards were concerned mostly with the question whether empirically equivalent rivals to the theory we hold are to be considered true also. When this latter discussion is read without bearing in mind Quine’s earlier formulation and justification of the thesis, his thesis seems to have stronger epistemic consequences than it actually does. A careful reading of his later writings shows, however, that the formulation of the thesis remained unchanged after 1975, and that his mature and considered views supported only a very mitigated version of the thesis.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Realismo, subdeterminação e indeterminação em Quine
Autor: Rogério Passos Severo
Este livro é um belo acréscimo à literatura filosófica brasileira, ainda muito carente de estudos sobre a obra de Quine. Apesar do seu grande impacto sobre os rumos que a filosofia tomou desde a metade do século passado, Quine é apenas muito rudimentarmente conhecido no Brasil. O livro de Marcos Bulcão Nascimento contribui para mitigar um pouco essa deficiência, explorando principalmente as relações entre o autoatribuído realismo de Quine e duas de suas doutrinas mais famosas e polêmicas: a indeterminação da tradução radical e a subdeterminação de teorias pelas observações. O livro pode ser lido como uma introdução à filosofia de Quine, uma vez que discute diversos dos seus textos mais importantes, procurando sempre apresentá-los de maneira maximamente caridosa e simpática. Contudo, e esse é o primeiro ponto que eu gostaria de discutir nas seções a seguir, trata-se de uma apresentação da obra de Quine a partir de teses e doutrinas que não são fundamentais ou centrais à sua filosofia. Na obra de Quine, realismo, subdeterminação e indeterminação são teses justificadas, ou ao menos motivadas, pelas teses mais fundamentais do naturalismo e do holismo. O segundo ponto que eu gostaria de discutir diz respeito às implicações das doutrinas da relatividade ontológica e da subdeterminação. O autor afirma que essas teses “mostram a possibilidade de diferentes ontologias com o mesmo suporte empírico” (p. 202). Eu gostaria de sugerir que esse não é o caso, pois o que a doutrina da relatividade ontológica pretende estabelecer é o estatuto relativo de qualquer ontologia (relativo ao manual de tradução que empregamos, ou, mais genericamente, relativo à linguagem que usamos). Dizer que daí se segue a possibilidade de diferentes ontologias é uma inferência inválida (ver seção 3 abaixo). E no que tange à doutrina da subdeterminação, esta só é uma tese substancial e filosoficamente interessante quando afirma a possibilidade de teorias cujas frases teóricas não são inter-traduzíveis. Mas isso não exige que essas teorias postulem ontologias alternativas. Embora esse seja um resultado no mais das vezes esperado, não é isso que caracteriza a doutrina quineana da subdeterminação. Isso, ao menos, é o que tentarei mostrar a seguir (seção 2)
sábado, 24 de dezembro de 2011
Três razões para não comer carne
Sem dúvida, o consumo de carne é um dos aspectos mais destacados da cultura gaúcha. Mas os tempos mudaram, e não estamos mais limitados à dieta ou à economia de nossos antepassados. O século 21 descortina uma nova mentalidade, mais saudável, mais ecológica e mais sensível a todas as formas de sofrimento, inclusive a dos animais. Para os que ainda não vislumbraram esse futuro, aqui vão três razões para reavaliar – e quem sabe abolir – o churrasco nosso do domingo.
sábado, 19 de novembro de 2011
O Paradoxo de Moore
Autora: Ana Falcato
Resumo: O famigerado Paradoxo de Moore foi frequentemente interpretado na tradição analítica como um tópico mais das Investigações Filosóficas de Wittgenstein ou como um pseudo-argumento, cujo fito fosse provar a irracionalidade contida em afirmações em primeira-pessoa que contradizem estados de coisas actuais. Neste artigo defendo a construção de um argumento a partir da Frase de Moore e apresento quatro modelos de interpretação do Paradoxo: a afirmação da Frase de Moore como uma forma de irracionalidade teórica ou de irracionalidade prática e o mero juízo da Frase de Moore enquanto forma de irracionalidade teórica ou prática. Para sustentar qualquer um dos modelos de interpretação, defendo, uma noção forte de asserção é requerida.
Contextos de Justiça: uma abordagem rawlsiana como uma possível solução ao antagonismo liberal e comunitarista
Autora: Mayara Pablos
Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar a discussão sobre a formação da sociedade justa, através da reconstrução do debate entre comunitaristas e liberais, mostrando as posturas correspondentes a ambas as correntes político-sociais. A oposição política entre a formação social diz respeito, sobretudo, ao debate entre termos opostos como “bem” e “justo”, que até a década de oitenta pareciam irreconciliáveis. Assim, de um lado os comunitaristas defendem a primazia do bem sobre o justo enquanto os liberais afirmam que o justo é sempre anterior ao bem, no que respeita a formação e organização de uma sociedade. É diante deste cenário de oposição que algumas críticas comunitaristas são tecidas contra os liberais, como por exemplo, a John Rawls, mais especificamente à sua Teoria da Justiça. Estas críticas, entre outras, dizem respeito à figura do eu atomizado e hipotético, do éthos da democracia, da neutralidade do Estado frente à discussão e a afirmação de que bem e justo se relacionam apenas parcialmente, sendo o “justo” sempre anterior ao “bem”. Entretanto, será mostrado que estas críticas resultam de uma leitura errônea e de má compreensão da postura de Rawls sobre o assunto e que, portanto, tais críticas podem ser refutadas facilmente quando se toma de forma correta a argumentação pretendida em Uma Teoria da Justiça. Para tanto, será exposta parte da argumentação presente nesta obra. Será apresentada a argumentação rawlsiana a respeito da posição original, onde indivíduos livres e racionais sob o véu da ignorância escolhem os princípios da justiça, segundo os quais serão atribuídos deveres e direitos. Não obstante, será mostrado que Rawls se situa em uma posição intermediária com relação ao debate, possibilitando que os termos opostos de conciliem, o que se torna possível através do princípio da Justiça como Equidade. Portanto, pode-se dizer que Uma teoria da Justiça partilha de pressupostos teleológicos tanto quanto deontológicos, ao afirmar que apesar de o conceito de “justo” ser sempre anterior ao conceito de “bem”, ainda sim, não se pode perder de vistas que os indivíduos segundo os quais a sociedade é formada possuem virtudes éticas, que só tendem a fortalecer os princípios de justiça por eles escolhidos.
Presentismo, referência ao passado e proposições
Os presentistas nos dizem que os únicos objetos percorridos pelos quantificadores de escopo mais amplo são aqueles que existem no presente, o que leva seus críticos a perguntarem o que torna verdadeiros os enunciados sobre o passado, como “Sócrates foi um filósofo”. Em defesa do presentismo, e seguindo a proposta de Fiocco (2007), argumentamos que o que torna verdadeiro um enunciado sobre o passado é uma proposição, que proposições não existem no tempo, e que nada na teoria presentista compromete seus defensores com a tese de que o que não existe no tempo não existe.
sábado, 17 de setembro de 2011
MCTAGGART E O PROBLEMA DA REALIDADE DO TEMPO
Autor: Rodrigo Cid
RESUMO: É comum, até entre os leigos, a dúvida sobre a realidade do tempo. Pensamos que é possível que o tempo seja uma ilusão e que a percepção de sua passagem seja apenas percepção de outra coisa que não o tempo. Há uma série de argumentos, feitos por filósofos, tanto para defender, quanto para atacar a intuição de que o tempo é real. Um deles, e talvez o mais conhecido, é o argumento de McTaggart, que tenta estabelecer certa condição para que exista o tempo e que o tempo, pensado segundo tal condição e aplicado à realidade, nos leva a uma contradição; o que o faz concluir que o tempo não pode existir, e que, portanto, não existe. O que eu pretendo neste artigo é expor o argumento de McTaggart junto com algumas objeções originais e não originais, e tentar mostrar que, se aceitamos a abordagem de Prior do fluxo do tempo, o caráter cogente do argumento de McTaggart se perde.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Conhecimento objetivo em Mark Bevir

Autor: Gustavo Freitas Pereira
As reflexões de Mark Bevir sobre o método em História das Idéias têm se destacado. Seu trabalho parece absorver boa parte das diretrizes fundamentais propostas por Quentin Skinner e John Pocock, muito embora proponha modificações. Por outro lado, este autor não desconsidera a contribuição de autores como Hans-Georg Gadamer e Michel Foucault, aproximando-se em um primeiro momento, afastando-se deles mais tarde. Um exemplo desta característica é a abordagem de Bevir sobre o problema da objetividade histórica. Bevir compartilha inicialmente quanto ao ceticismo de Foucault e Gadamer com relação ao empirismo e ao positivismo, mas oferece uma solução que busca atenuar ou até mesmo dissolver posturas compreendidas como irracionalistas ou relativistas. Reconstruímos a argumentação de Bevir apresentando suas linhas gerais. Em seguida, propomos algumas críticas a estas idéias, defendendo que a justificativa epistemológica de Bevir para o conhecimento histórico pode não ser consistente ou suficiente.
A Critical Exposition of the Hidden-Indexical Theory
Autor: Rodrigo Jungmann de Castro
Neste artigo, principiamos com uma visão geral das características básicas da chamada ‘Teoria do Indexical Oculto’, enfocando a obra de alguns de seus mais destacados proponentes. Para trazer à luz as dificuldades muito sérias enfrentadas pela teoria supracitada, passamos em seguida a discutir a tentativa empreendida por Marga Reimer no sentido de defender a teoria das agudas críticas de Stephen Schiffer. Serão dadas razões para concluirmos que a defesa feita por Reimer não é bem-sucedida.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Contra a necessidade metafísica da lei "o sal se dissolve em água"
Neste artigo, pretendo argumentar contra a tese de Alexander Bird (2001) de que a lei o sal se dissolve na água é metafisicamente necessária. Indico brevemente qual é o argumento de Bird a favor da necessidade de tal lei e provejo, posteriormente, um contra-argumento à sua tese. Bird, que de modo geral, quer mostrar que a existência de certas substâncias depende da veracidade de certas leis e que, por isso, a existência de tais substâncias implica a verdade de tais leis. Isso faria que as leis existissem sempre que existissem as substâncias que elas regulam; o que, segundo Bird, faria tais leis metafisicamente necessárias. Meu contra-argumento a Bird é que tal concepção apreende apenas o que chamamos de “necessidade fraca”, e não a necessidade forte que esperaríamos de uma lei metafisicamente necessária.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Sobre Gêmulas, Genes e DNA
Resumo: A historiografia da genética costuma atribuir sua origem à re-descoberta dos trabalhos de Mendel e sua união com a citologia. Esta historiografia ignora que a genética conserva pressupostos ontológicos de discussões anteriores sobre o fenômeno hereditário. Neste trabalho busco mostrar como um destes pressupostos ontológicos – a existência de um material hereditário – persiste na genética clássica e molecular, guiando a construção de suas teorias.
Sobre os nomes próprios dos táxons biológicos
Autor: Jerzy A. Brzozowski
Resumo: É praticamente um consenso entre os filósofos da biologia que as espécies, e os táxons em geral, são entidades. Um corolário dessa tese é que os nomes dos táxons são nomes próprios. Essa tese é enunciada como se fosse uma resposta definitiva para a pergunta sobre o que são os nomes das espécies. Entretanto, essa aparente solução traz consigo um outra questão, herdada do pensamento filosófico sobre os nomes próprios: trata-se do problema de como se dá a relação de referência entre o nome e o objeto nomeado. Se os nomes das espécies são próprios, o que faz com que um nome de uma espécie em particular se refira àquela espécie? Neste artigo, apresentamos algumas das diferentes teorias da referência – diretas e indiretas – para nomes próprios propostas por filósofos da linguagem. Depois, utilizamos alguns conceitos desenvolvidos por essas teorias para analisar o problema da referência dos nomes próprios dos táxons biológicos. Concluímos que uma teoria da referência adequada para resolver esse problema deve dar conta da carga teórica que esses nomes próprios apresentam, isto é, de seu papel em um contexto teórico científico. Julgamos que isso só pode ser feito se a teoria da referência para os nomes dos táxons tiver um componente indireto.
As explicações da psicologia evolutiva
Autor: Javier Vernal
A psicologia evolutiva ou psicologia evolucionista tem por objetivo explicar o comportamento humano a partir de uma perspectiva evolutiva e descobrir os módulos mentais que constituem a natureza humana universal. Segundo a psicologia evolutiva, os problemas adaptativos que o cérebro humano evoluiu para resolver são aqueles do ambiente ancestral no qual evoluiu. Porém, a psicologia humana está em constante evolução, portanto é um erro acreditar que nossas mentes estão adaptadas exclusivamente aos problemas enfrentados pelos nossos ancestrais no ambiente de adaptação evolutiva.
Dialética da Adaptação - Considerações filosóficas sobre a ecologia
Autor: Orlei Negrello
Resumo: O presente estudo apresenta uma síntese da ecologia como ramo científico, considerando seus paradigmas centrais, limitações conceituais e desafios para explicação da dinâmica do mundo vivo. Muitas dessas dificuldades advêm do fato da ecologia utilizar a mesma terminologia para duas vertentes da disciplina, a ecologia populacional e a ecologia ecossistêmica, que apresentam abordagens metodológicas distintas. São tratadas as relações com a teoria evolutiva por meio das teorias de “Construção de Nichos” e de “Engenheiros de Ecossistemas”, deforma a repensar o conceito de adaptação. Conclui-se com alguns pensamentos a respeito da inserção humana na natureza, escalas de percepção e a paisagem e o processo de construção do discurso ecológico.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Sobre auto-organização e seleção natural
Autor: Gustavo Caponi
Resumo: As teorias da auto-organização podem chegar a ter um impacto significativo na Biologia Evolucionária; podem, também, promover o surgimento de uma segunda nova síntese. Esse impacto, entretanto, dificilmente irá afetar a própria Teoria da Seleção Natural. Os problemas que essa teoria resolve (o da diversificação das formas vivas e o da adaptação destas às exigências ecológicas) estão fora do alcance das teorias da auto-organização.
O princípio das condições de existência na história natural darwiniana e cuvieriana
Autor: F. Felipe de A. Faria
O princípio das Condições de Existência, empregado por Georges Cuvier para a compreensão das formas de organização corporal, foi utilizado por Charles Darwin de uma maneira que permitiu sua compreensão com o sentido de condições de vida resultantes do ambiente externo no qual o ser vivo se insere e luta por sua sobrevivência e sucesso reprodutivo. Com esta utilização inverteu-se o sentido internalista do termo, utilizado na História Natural cuvieriana, para um sentido externalista e adaptacionista, que orientava a História Natural darwiniana, pois enfatizava a adaptação do organismo aos fatores bióticos e abióticos circundantes.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Formalizando as intuições sobre o sentido da vida
Quando nos perguntamos sobre o sentido da vida, duas análises são em princípio possíveis: 1. que estejamos perguntando qualquer coisa sobre a finalidade ou a razão de ser da vida ou de uma vida, ou 2. que estejamos perguntando qualquer coisa sobre o valor da vida ou de uma vida. No presente artigo, não abordo 1 nem a vida como um todo, mas tomo as vidas individuais no contexto de 2. Explico brevemente o que seria ter uma concepção objetivista e o que seria ter uma concepção subjetivista do sentido da vida; e, então, tento mostrar como podemos pensar em fórmulas que consigam captar as intuições dessas concepções, sem me comprometer com nenhuma delas. Meu caminho é mostrar que ambas as concepções objetivista e subjetivista pensam o sentido da vida relacionado a projetos ou realizações que fazem cumprir princípios de valor (sendo o valor objetivo ou subjetivo, conforme a concepção adotada), e depois tentar indicar que os projetos ou as realizações da vida de uma pessoa se juntam através de uma soma simples para falarmos do sentido de sua vida. O modo que sugeri de encontrar o valor de uma dessas realizações não me pareceu gerar nenhum problema teórico. Mas a soma simples de realizações (e/ou projetos) para representar o valor do sentido da vida de uma pessoa simplesmente não funcionou. Isso porque parece faltar algum tipo de índice que possa formalizar as relações entre as realizações. Assim, embora não tenhamos conseguido formalizar adequadamente a relação entre realizações na aquisição do sentido da vida de uma pessoa num certo tempo, conseguimos uma boa formalização intuitiva para aquisição do valor de uma realização e esperamos ter iniciado uma investigação interessante para futuros lógicos, metafísicos, matemáticos e teóricos do valor.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Razoabilidade democrática e cosmopolitismo sustentável
RESUMO: O quê viso com este artigo é apresentar os problemas gerais que se encontram no cenário internacional, que são um entrave ao desenvolvimento mundial, e posteriormente indicar as soluções possíveis para os problemas apresentados. Para tal, mostraremos como o desenvolvimento deve ser visto: como a expansão das liberdades formais e substantivas. Posteriormente analisaremos o cenário internacional à procura dos problemas e soluções em âmbito econômico, político e social, a fim de estabelecer uma razoável e justa organização administrativa, que possa seguir a vontade dos cidadãos de modo democrático, auto-sustentável e cosmopolita. Para completar esse quadro, passamos a focar no problema da improbidade administrativa, que nos remete às relações nacionais e à educação. Por fim, queremos mostrar que a educação, o cenário internacional e as estruturas democráticas, se baseadas firmemente em critérios de razoabilidade e razão pública, podem promover o desenvolvimento do mundo. Palavras-chave: Democracia. Desenvolvimento. Razoabilidade. Justiça. Organização Social.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Fundamentality: Structures, powers, and a supervenience dualism
If we want to say what “fundamentality” means, we have to start by approaching what we generally find at the empty place of the predicate “____ is fundamental”: entities and theories. At this article, I tried to make a metaphysical approach of what is for some entity to be fundamental, and to talk about fundamental incomplete and complete theories. To do that, I start stating a notion of “entity” and looking at the difference at perceived entities. That difference lead us to talk about the entities’ structures and powers, and about the supervenience between these last two. The supervenience talk make us to see the divergence between emergentism and reductionism as the difference between the irreducibility of laws and the reducibility of powers and structures to lower-order domains. Then, we conclude that “fundamentality” is a mereological relation – a relation that a whole structure has to a certain combination of its structural parts or that a power has to a certain combination of its constituent powers – of to be identical and to exist in virtue of them.
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